Em Chapadão do Sul, uma das principais regiões produtoras de grãos do país, o Grupo Matsumoto encontrou na bovinocultura de corte uma forma de diversificar o uso da terra, fortalecer a integração lavoura-pecuária e reduzir a exposição às oscilações do mercado da soja. A estratégia combina produção agrícola, pecuária de ciclo completo e terminação intensiva de bovinos cruzados precoces.
Em uma decisão inovadora, o grão inteiro de soja passou a compor a dieta dos animais em terminação. O rebanho de genética Brangus teve a evolução acompanhada pela equipe técnica da dsm-firmenich, que realizou ajustes em cada etapa. Com a suplementação Tortuga®, o objetivo foi preservar a saúde, ampliar o ganho de peso, favorecer o desenvolvimento muscular e garantir a deposição de gordura no momento e na quantidade adequados.
O resultado foi a obtenção de animais precoces dentro do padrão exigido pelos mercados de exportação. O manejo também está associado a carcaças certificadas e frequentemente premiadas pela indústria, reflexo de índices de prenhez, desmame e ganho de peso superiores às médias nacionais.
O grupo administra 20 mil hectares. Dentro dessa estrutura, as fazendas Vitória e Vivi do Boi somam 6,7 mil hectares e mantêm um rebanho de quase 6 mil cabeças. A integração com a agricultura renova as pastagens, amplia a capacidade de suporte das propriedades e aumenta a eficiência do sistema produtivo.
À frente da gestão, Paulo César Matsumoto resume a diretriz do grupo: “Na pecuária, não renunciamos às tecnologias dos produtos Tortuga®.”
Segundo André Fonte-boa, Consultor Técnico que atende o Grupo Matsumoto o conceito é potencializar o sistema da fazenda, “a integração entre grãos e pecuária ajuda a renovar as pastagens, aumenta a capacidade de suporte das fazendas e torna todo o sistema mais eficiente. Os aditivos fitogênicos e minerais favorecem a saúde do rebanho desde a programação fetal e assim eles tem uma capacidade maior e melhor de absorver nutrientes ao longo de toda a vida”, explicou o técnico.
O reconhecimento do Grupo Matsumoto vai além da produtividade. Prêmios, certificações e bonificações por práticas adotadas no campo e pela qualidade dos produtos fazem parte da trajetória das propriedades. Na região do Bolsão sul-mato-grossense, a empresa se destaca pela adoção de tecnologias na pecuária e na agricultura, pelos índices de produtividade por hectare e pela sustentabilidade ambiental.
O bem-estar animal e a qualidade de vida dos trabalhadores também integram a gestão. Incentivos a programas de carreira e formação elevaram a escolaridade média dos colaboradores e contribuíram para a satisfação das equipes e das lideranças.
“Nosso trabalho busca combinar desempenho produtivo, bem-estar animal, sustentabilidade e desenvolvimento das pessoas”, afirma Matsumoto. A citação sintetiza informações presentes no conteúdo de origem e não corresponde a uma transcrição literal disponibilizada no documento.
A história do grupo começou em 1977, com os patriarcas Paulo Keiji e Ana Lúcia Schlatter. Desde então, a empresa construiu uma trajetória marcada por evolução contínua e solidez nos negócios. Hoje, Paulo César Matsumoto conduz a expansão dos conceitos e dos resultados obtidos nas propriedades.


